General Eliéser Girão Monteiro e o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. ( Foto: Folha política )

O General Eliéser Girão Monteiro manifestou sua discordância com alguns argumentos usados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal para proibir as conduções coercitivas: “Ainda sobre a errônea decisão do STF de hoje, o direito de permanecer calado não deveria nem ser um direito.

O sujeito sob a custódia do Estado TEM O DEVER de falar a verdade, sem omissões. A mentira e o silêncio deveriam ser agravantes. Pena aumentada por não elucidar os fatos”.